segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

é assim mesmo..

Talvez o tempo pare quando minha respiração cessar, quando meu coração quiser deixar de bater, quando meus olhos cansarem de ver.

Talvez aquele instante dure infinitamente mais que uma vida, que a dor de uma ferida, que sentir um bel prazer.

Quem sabe não é nessa hora, em que a alma pensa em ir embora, deixar o corpo pra trás e ser feliz. Deve ser nesse momento, cobertos de arrependimentos, que vemos o quanto deixamos passar, os abraços que ficaram contidos, os beijos guardados, os sorrisos que deixamos de dar. 

O triste é que depois da partida, não se pode voltar atrás, não se pode tentar de novo, e abraçar nunca mais. O interessante é que disso todos sabemos, mas pouco fazemos e continuamos assim, deixando pra se arrepender lá na frente, quando o tempo já levou a gente e não dá pra se redimir.

Câmbio, desligo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Atalhos..

É que as vezes eu gosto mesmo é das pegadas.
Ok, corri um pouco mais pra tentar chegar mais cedo, não deu. Me distrai no meio do caminho, peguei o trajeto errado, viajei sozinho.. por ai. Por ai que eu gosto de ficar, fujo sempre pra'i quando por aqui não dá. E quando por aqui estou, vou criando um jeito novo de imitar o velho. Fazendo máscaras pra esconder outras tantas. Acho até que já me perdi nesse meio mundo de faces e expressões que criei, de tanto tirar a primeira com ela me desidentifiquei. E o jeito é mesmo correr, quem sabe não me distrair, não entrar nesses tantos atalhos que a vida insisti em me imprimir. Talvez eu deva seguir pelo caminho principal, aquele que me levará. Só não sei pra onde.

Câmbio, desligo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

http://viagensdecastro.blogspot.com/

Eu sei, estou devendo alguns textos à mim. Pois bem, lendo os textos de minha tia acho que a inspiração volta. Acho que hoje a noite trago algo novo meu para vocês (e para mim também), por enquanto fiquem com essa narração fantastica de uma viagem mágica http://viagensdecastro.blogspot.com/

Até mais!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sweet Caroline

Hands, touching hands.. Talvez seja isso que me faça querer voar. Uma mão querendo se aconhegar em outra só pra sentir a pele quente numa noite fria. Talvez seja isso que me faça flutuar, flutuar sobre um mar de calmaria imermo em tanta alegria, com sol, mas sem ventania. Mãos, simplesmente mãos. Aqueles que afagam meus cabelos voluntariamente. Dessas surgem aquelas que entram no meu coração e parecem arrancar todo sofrimento que um dia quis se instalar lá. 

Hands, touching hands.. Reaching out, touching me.. Touching you.

Sweet Caroline, good times never seemed so good. I've been inclined to believe they never would but now I look at the night and it don't seem so lonely. We fill it up with only two.

Sweet Caroline - Elvis