As palavras e o silêncio se completam de um jeito mágico no final de cada frase. É como se o tudo e o nada se encaixassem, parece uma moldagem com o sim e o não se divertindo como irmãos. O talvez e o com certeza se distanciam ou se encontram dependendo da situação, assim como os irmãos sim e não. E é falando de palavras e silêncios que eu me lembro do que eu nunca pude esquecer, aquele eu te amo que eu você me disse no silêncio que antecede o beijo, aquele eu te amo não dito por palavras e sim pelo silêncio do olhar, daqueles que ninguém pode negar mas também não se pode provar. Eu sei que você ainda guarda milhares desses pra mim.
O silêncio recebendo as palavras sinceras é como o vento e o mar que se ajudam para formar as mais belas ondas, é como a espuma e a prancha, que uma sobre a outra desmancham a perfeita imperfeição que vem direto do seio da natureza para a superfície num terral de direita transformando o mar num emarranhado de espuma e água agitada onde loucos como eu curtem sua insanidade tranquilamente. São essas perfeitas imperfeições que tranquilizam as palavras e o silêncio que teimam em se esconder na alma que dizem ser minha mas que só tem olhos para você.
Câmbio, desligo.
O silêncio recebendo as palavras sinceras é como o vento e o mar que se ajudam para formar as mais belas ondas, é como a espuma e a prancha, que uma sobre a outra desmancham a perfeita imperfeição que vem direto do seio da natureza para a superfície num terral de direita transformando o mar num emarranhado de espuma e água agitada onde loucos como eu curtem sua insanidade tranquilamente. São essas perfeitas imperfeições que tranquilizam as palavras e o silêncio que teimam em se esconder na alma que dizem ser minha mas que só tem olhos para você.
Câmbio, desligo.

